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Marinês Shchultz: A gata do crime queria ser delegada.

Marinês Shultz

Mulher de 18 anos foi reconhecida por guardas pela beleza. Ela é suspeita de invadir supermercado em Campo Limpo Paulista. (Foto divulgação)
Marinês Schultz de 18 anos foi presa nesta quinta-feira (30) em Campo Limpo Paulista, a 53 km da capital paulista, suspeita de participação em um assalto a um supermercado. Com olhos verdes e 1,70 metro de altura, ela acabou apelidada pelos policiais de “gata do crime”. A beleza dela fez com que fosse reconhecida e presa por guardas municipais.
A moça nasceu em Iporã do Oeste, em Santa Catarina, e resolveu estudar em São Paulo. Ela é suspeita de participar do roubo a um supermercado, juntamente com um homem e uma adolescente grávida. Toda a ação foi gravada pelas câmeras do estabelecimento comercial.
Os guardas municipais, que já tinham assistido ao vídeo, viram quando a mulher passou em frente à sede da corporação. Eles fizeram um cerco e prenderam a jovem. Os demais suspeitos do assalto também foram reconhecidos e encaminhados para a delegacia.
(Portal G1)
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"Gata Borralheira", ladra sonhava ser delegada de polícia

Moça de olhos verdes volta ao local do crime e chama a atenção de guardas civis por causa de sua beleza. Eles já tinham visto a imagem dela na gravação de um roubo a supermercado de Campo Limpo Paulista

Muita gente acredita que beleza demais atrapalha. E a estudante Marinês Schultz, de 18 anos, confirmou isso na própria pele. Olhos verdes, 1m70, rosto de boneca e corpo de manequim, Marinês, na opinião de muitos marmanjos, é aquele tipo de garota que se olha uma vez e nunca mais se esquece. Por causa disso, entrou numa "gelada" e arrastou com ela Luciano Vieira Santos, de 35 anos, e a namorada dele, de 17. Os três foram presos por roubo.

foto: Jornal de Jundiaí

Marinês é catarinense e veio a São Paulo para estudar direito


Apelidada por policiais de "Gata do Crime", Marinês nasceu em família de classe média de Iporã do Oeste, Santa Catarina. Há pouco mais de seis meses, mudou-se para o Jardim Tremembé, na Zona Norte da capital. Em princípio, sua intenção era cursar uma tradicional faculdade de direito paulistana e formar-se delegada de polícia. Mas a amizade com Luciano e a adolescente a fez mudar os planos. Abandonou a lei e passou para o lado do crime.

FORTES EMOÇÕES / No início, Marinês aceitou o convite dos amigos para assaltar apenas para "sentir fortes emoções", como contou a guardas municipais de Campo Limpo Paulista (a 56 quilômetros da capital) que a detiveram. Porém, ao perceber que deu certo da primeira vez, fez a segunda, a terceira e não parou mais.

Amigos de Marinês estão chocados com a prisão. Segundo dizem, ela não precisava roubar porque sempre teve tudo. A mãe envia, todos os meses, mesada de R$ 2 mil.

A meteórica carreira criminosa da moça foi interrompida na semana passada, quando envolveu-se, junto com os amigos, no roubo a um táxi, no município vizinho de Francisco Morato, e, horas depois, no assalto ao Supermercado Bahia, no subdistrito de Botujuru, em Campo Limpo Paulista.

foto: Reprodução
Circuito de tevê gravou o roubo. A moça (de cinza) foi com um casal


"Os três pegaram o táxi para chegar à cidade. No caminho, obrigaram o motorista a descer e fugiram com o carro", conta o guarda-civil De Paulo. No supermercado, diz ele, o grupo logo chamou atenção porque estava enchendo o carrinho só com produtos de beleza. A mercadoria passou pelo caixa e foi empacotada. Porém, na hora de pagar a compra, Luciano pegou a arma da bolsa da adolescente, apontou para a funcionária e anunciou o roubo. Tudo foi gravado pelo circuito interno de tevê e as imagens, distribuídas à polícia.

Dois dias depois, voltaram à cidade. Os guardas Camargo, De Paulo, Santana, Ana Maria, Ramalho e Juvenil reconheceram a bela garota na hora e prenderam todos. Segundo Adauto, subcomandante da Guarda, nenhum deles tinha antecedente criminal. Marinês foi transferida para Itupeva.


Escolha errada
"Ela é tão bonita que podia até ser modelo. Não precisava roubar.
A mãe mandava mesada de R$ 2 mil todos os meses"
De Paulo, guarda municipal

Fonte: Diario de SP

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