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Exército colombiano afirma que ataque das Farc matou 4 soldados

Militares buscam seis desaparecidos, entre eles um jornalista francês.
Mais cedo, militares informaram que havia 15 mortos na emboscada.


O Exército da Colômbia reduziu para quatro o número de soldados mortos em combates contra as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) no departamento de Caquetá e informou que busca outras seis pessoas desaparecidas.
Entre eles, um policial, quatro soldados e o jornalista francês Romeo Langlois, que trabalha no jornal "Le Figaro" e acompanhava as autoridades para gravar um documentário sobre a luta contra as drogas e a mineração ilegal na Colômbia.
A porta-voz das Forças Armadas, a coronel Sandra García, disse que até o momento só foram encontrados quatro corpos, de um policial e de três militares, contrariando informações anteriores que indicavam que o número de mortos chegava a 15.
O Ministério da Defesa afirmou em comunicado que entre as vítimas há um suboficial, dois soldados profissionais e um patrulheiro da Polícia Nacional.
A coronel Sandra detalhou que esta informação foi dada pelo comandante do Exército, general Sergio Mantilla, desde a base de Larandia, onde os altos comandantes supervisionam os combates que ainda ocorrem no local, uma zona rural chamada La Unión Peneya no município de Montañita, em Caquetá.
"As vítimas estavam desenvolvendo uma operação contra os laboratórios do narcotráfico e aparentemente as Farc lhes atacaram depois que destruíram mais de 400 kg de cocaína'" informou a coronel.
Com o general Mantilla viajaram de Bogotá à base de Larandia o ministro da Defesa, Juan Carlos Pinzón, e o comandante das Forças Militares, general Alejandro Navas.
Esta ofensiva das Farc se soma a outros ataques registrados em dias anteriores nos municípios de Pradera e Florida, ambos de Valle del Cauca, onde perderam a vida um suboficial e quatro militares do Exército
No último dia 17 de março morreram em um ataque das Farc um suboficial e 10 soldados colombianos em Arauca, departamento fronteiriço com a Venezuela.

(*) Com informações das agências de notícias EFE e France Presse.

Fonte: G1

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