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O Poder judiciário e a petição de receita de pamonha.

Quando se pensa em Judiciário, logo se penda que é o local onde a Justiça será coroada.
Mas atualmente enfrentamos uma realidade não muito agradável, quando pensamos em poder Judiciários e Justiça.
Todo estudante de Direito tem uma tremenda decepção com a faculdade, por no primeiro ano entramos com a ideia do fazer o que é certo e que a Lei reflete, diretamente, o objetivo da Justiça.
Quando se chega ao quinto ano, onde muitos já desistiram pelo caminho. Estamos decepcionados e chocados com a realidade, Direito não é Justiça. 

A Justiça é o universo e o Direito é uma pequena partícula dentro da Justiça. Porém quando nos deparamos com leis e procedimentos que ferem a Justiça, todo militante tem por dever lutar pela Justiça.
Mas infelizmente não é o que ocorre dentro do Judiciário, onde nos deparamos com decisões que refletem claramente que nada do que foi acostado nos autos foi lido.
Recentemente foi noticiado por sites especializados em Direito, que um advogado protocolou uma petição com uma receita de pamonha para provar que o que é pedido nas petições não é lido.
E isso ficou completamente comprovado e se tornou a mostra da vergonhosa situação que abate o judiciário.
Quem duvida o Jus.com.br e o IBahia não escondem a tal façanha.
E o juiz não leu mesmo, e colocamos aqui parte do despacho.



Existem casos e casos no Judiciários e as decisões são as mais exdrúxulas que se pode ver. Desde Ministério Público intervindo em interesse de maior de idade em adoção, até juiz negando o pagamento de pensão alimenticia a crianças que precisam.
Vemos pessoas que não tem comprometimento com a carreira que escolheram, além do volume excessivo de processos que não são digitalizados e que atravancam o judiciário.
Mas é preciso que o CNJ uniformize o atendimento no judiciário, que haja um treinamento intensivo para que os serventuários entendam as questões que estão lidando. E que, quem sabe, o Judiciário possa cumprir seu papel de o Direito alcance a Justiça.



Porque em muitos casos o Judiciário Brasileiro dá um tiro no próprio pé. Existe a falta de estrutura, falta de pessoal, falta de uniformidade nos procedimentos... E não é intenção desmoralizar o poder Judiciário, mas sim alertar para a necessidade de reposicionamento dos procedimentos e uniformização dos procedimentos. E principalmente a aplicação correta do texto da lei e da analogia sobre o texto da lei.

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